29/04/2009 21:56

Estamos em novo endereço





Amigos e amigas,

Estamos em novo endereço: http://www.blogdofabiorodrigues.com.br

Espero vocês por lá.

Abraço fraterno.
enviada por Fábio Rodrigues



24/08/2007 12:00
Um sinal positivo de confiança

O Investimento Direto Estrangeiro (IDE) no Brasil acumulado em 12 meses atingiu US$ 34,3 bilhões, o maior volume já registrado desde o início da série histórica do Banco Central, iniciada em 1947. Esta superação do recorde anterior, do ano de 2000, ocorre mesmo sem ingressos de IDE em operações de privatização nos últimos 12 meses. Em 2000, quando os fluxos de IDE atingiram US$ 32,8 bilhões, os ingressos de IDE para operações de privatização contribuíram com US$ 7,1 bilhões, ou 22% do montante total de IDE do mesmo ano.

Diante disso, as expectativas de mercado para o ingresso de IDE em 2007 devem continuar sendo revisadas para cima. Mas o que mais surpreende é que esta superação do recorde histórico de ingressos de IDE no Brasil e das expectativas de mercado acontece em meio a um ajuste de liquidez global.

É uma indicação de que, mesmo diante da incerteza em relação ao cenário global, a percepção do investidor estrangeiro das condições de crescimento sustentável da economia brasileira em um horizonte de longo prazo segue positiva.

Fonte: Blog do Zé Dirceu

enviada por Fábio Rodrigues



23/08/2007 22:13
Quilombolas se articulam nacionalmente contra a Globo

A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) se prepara para realizar no próximo dia 5 de outubro um ato para questionar o papel das concessões públicas de televisão e o oligopólio das comunicações no país. O principal alvo da manifestação é a Rede Globo de Televisão, acusada de criminalizar e deslegitimar o movimento dos quilombolas.

O ato pretende agregar outras entidades e movimentos sociais, e a idéia é que nesse dia haja um boicote à programação da Globo e que se realizem atividades nos quilombos sobre análise de mídia. Outras organizações que defendem a democratização da comunicação planejam manifestações para o mesmo dia para reivindicar transparência na outorga e renovação das concessões de rádio e televisão. A data foi escolhida pelas entidades, pois nesse dia vencem as concessões da Rede Globo, TV Bandeirantes e TV Record.

A manifestação dos quilombolas é motivada por matérias recentes veiculadas na imprensa com conteúdo discriminatório e que contestam tanto a legitimidade das comunidades quanto o reconhecimento, pelo Incra, de territórios que foram ocupados por quilombos durante a vigência do regime escravocrata no Brasil.

O estopim da indignação foi uma reportagem veiculada no Jornal Nacional do dia 14 de maio deste ano, quando a emissora acusa a comunidade remanescente de São Francisco do Paraguaçu, em Cachoeira (BA), de falsificar documentos e, portanto, fraudar seu processo de legalização como comunidade descendente, já aprovado pela Fundação Cultural Palmares, ligada ao Ministério da Cultura. Em nota divulgada na época, a Conaq acusava a Rede Globo de manipular os fatos em benefício dos fazendeiros locais.

Medidas

A primeira iniciativa da Conaq foi entrar com um pedido de direito de resposta contra a Rede Globo, que ainda não teve retorno. Agora, do ponto de vista jurídico, a entidade pretende procurar o Ministério Público para tomar as medidas cabíveis. "A reportagem veiculada pela Globo foi forjada. As entrevistas com o nosso povo foram simplesmente ignoradas. Até a Rede Record chegou a fazer uma reportagem negando o que havia passado na Globo, mas por pressão dos fazendeiros, ela nem chegou a ir ao ar", descreve Clédis Souza, uma das coordenadoras da Conaq.

Segundo os organizadores, a manifestação do dia 5 de outubro é mais uma oportunidade para demonstrar a insatisfação dos movimentos sociais com a mídia conservadora e suas investidas contra os setores populares. Clédis Souza diz que vários movimentos já foram contatados, como o MST e o movimento negro no sentido de se agregarem ao ato. "É importante, no dia 5 de outubro, que mostremos que também temos força para questionar esta emissora, fazendo um boicote que crie repercussão", conta.

Fonte: Portal Vermelho

enviada por Fábio Rodrigues



23/08/2007 08:13
Prefeito de Pitimbu é condenado a 7 anos de prisão por improbidade administrativa
Paraíba

O prefeito de Pitimbu, Hércules Antônio Pessoa Ribeiro, foi condenado a 7 anos de prisão por atos de improbidade administrativa no exercício de 1996. A decisão foi do pleno do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba na sessão desta quarta-feira, 22 de agosto.

De acordo com a decisão do TJ, o prefeito não será afastado do cargo, pois a pena será cumprida após o trânsito em julgado.

O prefeito de Pitimbu foi condenado a três anos e seis meses de detenção e multa de R$ 27. 779.46, como incurso nas penas do artigo 89 da lei 8.666/93; a uma outra pena de dois anos e seis meses de reclusão, mais cem dias multa; nas penas do artigo 171, § 2°., do Código Penal; e a um ano de detenção, pelo inciso V, do Decreto-lei 201. Esta ação penal teve a relatoria do desembargador José Martinho Lisboa.

O prefeito foi denunciado pelo Ministério Público Estadual, com base em provas documentais do Tribunal de Contas do Estado, referentes ao exercício de 1996.

De acordo com a denúncia, houve as seguintes irregularidades: abertura de crédito suplementar sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes; pagamento aos servidores públicos de remuneração inferior ao mínimo nacional; e contratação de servidores públicos sem o devido concurso público.

O Ministério Público denunciou também outras irregularidades, entre as quais a concessão irregular de bolsas de estudo; preterição de 36 procedimentos licitatórios, na modalidade convite; emissão de 99 cheques devolvidos por falta de fundos, totalizando a importância de R$ 106.447,75; ausência de recolhimento do IRRF; não recolhimento do ISS; empenho de despesas a posteriori; e compras sem notas fiscais.

Durante o julgamento, o Procurador-Geral de Justiça em exercício, Dr. Paulo Barbosa de Almeida, ressaltou que os agentes públicos (como é o caso de prefeitos) cometem este tipo de crime com a esperança da impunidade.

Neste mesmo entendimento, o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos acrescentou: "Não se admite num Estado democrático que um gestor passe cheques sem fundos".

Fonte: WSCOM

enviada por Fábio Rodrigues



22/08/2007 13:13
Truculência tucana: Tropa de Choque de Serra invade a USP e prende estudantes

A Tropa de Choque da Policia Militar de São Paulo, subordinada ao governador tucano José Serra, invadiu por volta das 2h desta quarta-feira (22) a Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, e usou da habitual truculência para expulsar cerca de 400 manifestates de movimentos sociais (muitos deles estudantes) que faziam a ocupação pacífica do prédio.

Apesar de ser público que o movimento permaneceria no local por apenas 24h, os manifestantes que dormiam no pátio foram retirados "à força e de forma violenta", segundo relatou a diretora da UNE, Luana Bonone, que estava na ocupação.

O comando da ocupação havia negociado com a direção da Faculdade, por meio do vice-diretor , professor Nestor Duarte. Segundo a assessoria de imprensa da PM, a reintegração partiu de uma determinação do governo do Estado.

Já de dentro do micro ônibus da polícia, Luana contou por telefone que a tropa de Choque chegou de surpresa, sem avisar ou negociar com as lideranças da ocupação.

"De forma agressiva, eles retiraram todos que estavam na Faculdade. Fomos revistados e obrigados a entrar no camburão. Ainda tentamos resistir, protestar, mas o Choque tinha um mandato de reintegração". Luana conta que depois, pouco a pouco, após serem "fichados", a PM começou a liberar os manifestantes.

O vice-presidente da UNE, Tales Cassiano, também foi preso. Ele conta que a polícia chegou gritando e levou todo mundo para fora da Faculdade.

"Na rua, ficamos sentados no chão gritando palavras de ordem, cercados de policias". Depois, ele foi levado ao 1º Distrito Policial, próximo à Praça da Sé, no centro da Cidade.

"Lá, quem era estudantes foi liberado. Mas o pessoal de outros movimentos sociais teve dificuldades. Os policiais queriam saber quem eram, o que faziam, e levantar a ficha de cada um", diz. Segundo Tales, foram mais de três horas, desde a invasão, até ser liberado, por volta das 6h50, quando conversou com a reportagem.

Estudantes são cercados

Cerca de 30 estudantes que estavam dentro do Centro Acadêmico XI de Agosto foram encurralados pela tropa de Choque e resistiram à reintegração por cerca de quatro horas. A estudantes de Ciências Sociais da USP Flavia Duwe contou à reportagem que quando eles perceberam a invasão tentaram sair, mas a policia apontou armas e disse que todo mundo ia ser preso.

O presidente da UEE-SP (União Estadual dos Estudantes), que também estava dentro da sala, contou por telefone que o Choque em nenhum momento tentou negociar, "apenas ameaçava de prisão". Não houve a invasão do local porque o Centro Acadêmico é uma propriedade particular, que pertence aos alunos.

A representante da Defensoria Pública no local, Anaí Arantes, defendia o direito dos manifestantes em permanecerem no Centro. Segundo ela, a polícia não pode invadir o espaço. O professor em Direito Penal pela Faculdade de Direito Sérgio Salomão Shecaira também esteve no local e engrossou o discurso de Anaí, exigindo que o Centro não fosse invadido.

Os advogados do movimento e a imprensa foram proibidos de se aproximar. Um cordão de isolamento mantinha-os a cerca de 40 metros de distância. Apenas por volta das 5h30 os próprios integrantes do Centro Acadêmico conseguiram negociar a saída pacífica, com garantia de que não seriam presos.

"Mais uma vez o governo Serra age com toda a sua truculência para reprimir os movimentos sociais. Essa invasão da tropa de Choque é a demonstração de como o governo gosta de negociar: usando da força bruta. Mas isso só fortaleceu nosso movimento, que já está preparando um ato para as 15h e temos ainda uma série de manifestações programadas para os próximos dias. A Jornada continua, agora mais com força total", convocou Augusto.

As lideranças da Jornada de Lutas convocaram um ato de repúdio ao ocorrido para às 15h, no Largo São Francisco. Haverá ainda passeatas em diversas capitais como atividade integrante da Jornada.

Nota pública

Uma coordenação de imprensa da ocupação divulgou nota repudiando a ação da policia e reafirmando o caráter pacífico da manifestação. Leia abaixo:

Os integrantes de movimentos populares que ocuparam a Faculdade de Direito da USP na tarde desta terça feira vêm a público esclarecer os acontecimentos deste ato:

1) Esta ocupação faz parte de uma série de atos realizados através de uma ampla unidade de movimentos sociais em torno de um programa em defesa da Educação Pública em todo o país. Ocupações como esta ocorreram em diversos estados e universidades, como na UFMG, UFRJ e UFBA.

2) Esta era uma ocupação pacífica e simbólica, prevista para terminar às 17 horas da quarta feira, 22 de agosto, conforme negociado com a direção da Faculdade através do Professor Nestor Duarte, vice-diretor.

3) Por volta das duas horas da manhã, momento em que a maioria dos ocupantes já estava dormindo, a tropa de choque invadiu a Faculdade de Direito e realizou a desocupação, numa manifestação de truculência como não se via na Universidade de São Paulo desde a Ditadura Militar.

4) Policiais armados encaminharam os participantes detidos na Faculdade para a 1ª DP. Enquanto no Centro Acadêmico XI de Agosto alguns estudantes se preparavam para retornar à faculdade, a Polícia, sem mandado de reintegração de posse dirigido ao espaço do C.A., forçou, sem sucesso, a saída dos ocupantes inclusive com ameaças de utilização de armas de fogo.

5) Neste momento, a imprensa encontra-se contida pelo cordão de isolamento da PM, assim como os advogados chamados pelo movimento para acompanhar o caso.

6) Nós, estudantes resistentes no XI de Agosto, declaramos repúdio à ação da tropa de choque e condicionamos a nossa saída ao não fichamento de todos os participantes do ato e o acompanhamento da imprensa na delegacia e na sede do XI de Agosto.

Com informações do site da UNE ( www.une.org.br)

Retirado: Portal do PT

enviada por Fábio Rodrigues



21/08/2007 22:13
CPI DO PAN
Denúncias de irregularidades no mais caro Pan da história

Investigações podem ser abertas na Câmara Municipal, na Polícia Federal e no TCU. Jogos, segundo vereadores, podem ter custado aos cofres municipais até R$ 4 bilhões. Cinco últimas edições do Pan, somadas, custaram R$ 2,1 bilhões. Prefeito César Maia (DEM) tenta barrar CPI.
Maurício Thuswohl - Carta Maior

RIO DE JANEIRO – O Pan-Americano do Rio de Janeiro ainda não terminou para César Maia (DEM). Alvo de inúmeras denúncias de má-gestão financeira dos Jogos, o prefeito trava encarniçada disputa política contra seus opositores na Câmara Municipal para impedir a instalação de uma CPI destinada a investigar as eventuais irregularidades cometidas. O pódio dessa disputa ainda sem vencedor só será montado no ano que vem, e sua cobiçada medalha de ouro é a sucessão na Prefeitura do Rio em 2008.

Se quiser alimentar alguma chance de subir ao degrau mais alto e fazer seu sucessor em outubro do ano que vem, César Maia terá que conter uma ofensiva na qual os adversários políticos prometem jogar peso nos próximos meses. Vereadores de partidos como PSOL, PT e PCdoB, e até mesmo dos outrora aliados PSDB e PV, denunciam que o Pan do Rio foi o mais caro de todos os tempos, com obras que acabaram custando até dez vezes mais do que o valor inicialmente estipulado, além de diversas outras irregularidades.

A Prefeitura publicou no Diário Oficial que o gasto público total do Município com os Jogos Pan-Americanos ficou em cerca de R$ 1,2 bilhão, mas a oposição garante que foi muito mais: “O custo inicialmente estipulado para o Pan, de R$ 400 milhões, pode ter saído até dez vezes maior, o que é um absurdo”, afirma a vereadora Andréa Gouvêa Vieira (PSDB).

Proponente e presidente da CPI do Pan, Eliomar Coelho (PSOL) também afirma acreditar que o gasto público foi maior que o anunciado pela Prefeitura. O vereador faz uma interessante ressalva: “Mesmo que o gasto tivesse sido esse de R$ 1,2 bilhão, já seria motivo para investigação. Os últimos cinco Jogos Pan-Americanos antes do nosso, somados, custaram cerca de R$ 2 bilhões”, afirma.

Eliomar continua seu raciocínio: “Quando o prefeito entregou à Odepa (Organização Desportiva Pan-Americana) o caderno de encargos financeiros com os custos inicialmente estipulados, a organização o aceitou porque sabia tratar-se de um montante razoável. Se fosse muito abaixo da realidade, como o prefeito alega agora, a Odepa teria percebido isso”.

PF também investiga
Em sua luta para fazer funcionar a CPI do Pan, os vereadores da oposição contam com o reforço da Delegacia de Crimes Financeiros da Polícia Federal, que abrirá inquérito para apurar denúncias de irregularidades cometidas pelo Comitê Gestor dos Jogos Pan-Americanos (CO-Rio). O delegado Joe Montenegro informou que vai procurar esta semana representantes do Ministério Público para discutir a possibilidade de abertura de uma ação conjunta.

Em outra frente, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a suspensão de todos os pagamentos relativos aos convênios e contratos firmados para o Pan do Rio entre o Ministério dos Esportes, os governos estadual e municipal e a empresa Fast Engenharia e Montagens. Segundo o relatório do TCU, houve diferença de qualidade entre o material que foi comprado e o que foi efetivamente entregue ou instalado. Isso aconteceu com material de construção, tendas, cercas, cadeiras, mesas e aparelhos de ar-condicionado, entre outros.

Um exemplo do que diz o TCU pode ser o estádio João Havelange, mais conhecido como Engenhão. Construído especialmente para os Jogos, o estádio teve seu custo inicial de R$ 170 milhões elevado para quase R$ 400 milhões, valor equivalente ao estipulado inicialmente para todas as obras do Pan. Isso não impediu, no entanto, que dois muros do estádio desabassem em recentes ventanias. No incidente mais recente, um muro de 15 metros, situado ao lado de uma das rampas de acesso às arquibancadas, desabou. Técnicos da Prefeitura enviados ao Engenhão admitiram que os tijolos utilizados no muro eram mais finos que o inicialmente tratado no projeto.

Outro alvo da CPI do Pan serão as irregularidades cometidas na venda de ingressos. As denúncias neste item formam um vasto leque, que vai de ingressos vendidos em duplicidade a ingressos vendidos a “torcedores-fantasmas”, passando por falsificação de ingressos e falhas na entrega dos ingressos comprados pela internet. Em alguns casos, como nas semifinais e finais do vôlei e do basquete, os ginásios tiveram lotação muito menor do que sugeria o número de ingressos anunciados como vendidos.

Cesar adia CPI mais uma vez
Apesar das evidências, a oposição não vem conseguindo reunir força política para fazer a CPI do Pan virar realidade. Adiada pela primeira vez em junho, sob o argumento de que “mancharia a imagem do Pan e da cidade antes da realização dos Jogos”, ela foi mais uma vez rebatida na semana passada pelo eficiente bloqueio do time comandado por Cesar na Câmara Municipal.

Por três votos a dois, os vereadores da CPI resolveram adiar sua instalação até que fique pronto um relatório produzido pelo grupo de trabalho parlamentar criado para acompanhar o Pan. Este grupo, constituído a pedido de Cesar e composto majoritariamente por vereadores da base governista, tem prazo até novembro para apresentar seu relatório. Com isso, a CPI só seria instalada às vésperas do Natal, o que, na prática, jogaria essa discussão para o ano que vem e pouparia ao prefeito alguns meses de exposição pública negativa.

Votaram pelo adiamento da CPI os vereadores Carlo Caiado e Nadinho de Rio das Pedras, ambos do DEM, além de Luiz Guaraná, do PSDB. A manobra revoltou a oposição: “É uma ação organizada pelo prefeito para travar as investigações. Este grupo de acompanhamento, por melhor que seja, não tem a força de uma CPI no sentido de exigir o acesso a documentos, contratos e convênios”, afirma Eliomar Coelho que, ao lado da vereadora e ex-atleta pan-americana Patrícia Amorim (PSDB), votou pela instalação imediata da CPI.

Se depender da oposição, a disputa pela CPI do Pan pode ganhar as ruas. Os vereadores derrotados prometem mobilizar seus gabinetes para colher milhares de assinaturas da população e exigir a abertura das investigações. O PSOL, adianta Eliomar, estuda a possibilidade de realizar em breve uma manifestação: “É grande a indignação nas ruas do Rio com os custos elevados do Pan. O que vemos é muita reclamação vinda de pessoas que não aceitam um gasto desse enquanto setores como saúde, educação e transportes, entre outros, carecem de recursos há anos”.

Fonte: Agência Carta Maior

enviada por Fábio Rodrigues



20/08/2007 07:13
Agenda da semana da Câmara dos Deputados

Confira as reuniões previstas para a semana:

Segunda-feira (20):

15 horas
Frente Parlamentar em Defesa da Autonomia das Polícias Judiciárias
Apresentação da frente
Foram convidados, entre outros, representantes da Associação dos Delegados da Polícia Federal; da direção da Polícia Civil; e da Associação dos Peritos.
Plenário 4

Terça-Feira (21):

9h30
Sessão solene
Homenagem aos 155 anos da cidade de Teresina
Plenário Ulysses Guimarães

Horário a definir (após o encerramento da sessão solene)
Sessão extraordinária pela manhã.
O Projeto de Lei 1210/07, da reforma política, é o destaque do Plenário, cuja pauta está trancada por quatro medidas provisórias (375/07, 376/07, 377/07 e 378/07).
Plenário Ulysses Guimarães

10 horas
CPI da Crise Aérea
Depoimento do ministro da Defesa, Nelson Jobim.
Plenário 9

13 horas
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado
Subcomissão Especial de Armas e Munições.
Reunião para conhecimento e exame das informações recebidas pela comissão; balanço das atividades do 1º semestre e elaboração do cronograma de trabalhos para o 2º semestre.
Plenário 8

13h30
Frente Parlamentar Mista em Defesa da Infra-estrutura Nacional
3º Seminário Petróleo, Gás e Combustíveis: Desafios e Perspectivas
Salão Nobre

14 horas
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania
Votação de projetos.
Plenário 1

14 horas
CPI da Crise Aérea
Reunião reservada para análise de documentos.
Plenário 9

14 horas
Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 12

14 horas
Comissão de Educação e Cultura
Reunião preparatória para o Seminário de Avaliação dos Dez anos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
Plenário 10

14 horas
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado
Audiência pública sobre os instrumentos de que dispõe o Estado brasileiro para eventual combate a ações terroristas.
Foram convidados, entre outros, o ex-ministro-chefe do Gabinete Militar da Presidência da República, general Alberto Cardoso; o diretor-geral da
Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Márcio Paulo Buzanelli; e o chefe do Serviço Antiterrorismo do Departamento de Polícia Federal, Ademir Dias Cardoso Júnior.
Por decisão do colegiado, parte da reunião poderá ser reservada.
Plenário 8

14 horas
Comissões da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; e de Turismo e Desporto
Audiência pública sobre o transporte aéreo na Amazônia.
Foram convidados, entre outros, o diretor-geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro, Ramon Borges Cardoso; o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Sérgio
Silveira Zuanazzi; e o presidente da Infraero, Sérgio Gaudenzi.
Plenário 3

14h30
Comissão Especial de Serviços Notariais - PEC 471/05
Audiência pública sobre o tema da comissão.
Foram convidados, entre outros, o presidente do Instituto de Registro Imobiliário, Helvécio Castello; o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg), Rogério Portugal Bacellar; e o presidente do Colégio Notarial do Brasil, Flávio Fischer.
Plenário 5

14h30
Comissão de Seguridade Social e Família
Votação de projetos.
Plenário 7

15 horas
Comissão de Defesa do Consumidor
Grupo de trabalho para analisar as tarifas bancárias
Reunião reservada com o objetivo de definir o roteiro de trabalho para padronização das tarifas e para a discussão da tarifa de antecipação de debito.
Plenário 16

16 horas
Votações em plenário
O Projeto de Lei 1210/07, da reforma política, é o destaque do Plenário, cuja pauta está trancada por quatro medidas provisórias (375/07, 376/07, 377/07 e 378/07).
Plenário Ulysses Guimarães

Quarta-Feira (22):

9 horas
Sessão extraordinária
Proposições remanescentes da sessão anterior.
Plenário Ulysses Guimarães

9 horas
Comissão de Finanças e Tributação
Reunião com o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, e técnicos para discutir os dados da arrecadação de tributos de competência da União referentes aos meses de junho e julho.
Sala da presidência da comissão

9h30
Comissão de Seguridade Social e Família
Votação de projetos.
Plenário 7

10 horas
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania
Votação de projetos.
Plenário 1

10 horas
Comissão de Minas e Energia
Audiência pública sobre o processo de aquisição da empresa Suzano Petroquímica pela Petrobras.
Foram convidados, entre outros, o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli de Azevedo; o gerente executivo da Unidade de Negócio Petroquímica e Fertilizante, José Lima de Andrade Neto; e o vice-presidente executivo e diretor de relações com investidores da Suzano Holding, Fábio Eduardo de Pieri Spina.
Plenário 14

10 horas
Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 13

10 horas
Comissão de Desenvolvimento Urbano
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 16

10 horas
Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 12

10 horas
Comissão de Viação e Transportes
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 11

10 horas
Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 6

10 horas
Comissão de Educação e Cultura
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 10

10 horas
Comissão de Defesa do Consumidor
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 8

10 horas
Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 2

10 horas
Comissão de Finanças e Tributação
Votação de projetos e requerimentos.
Plenário 4

10h30
Comissões da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional; e de Turismo e Desporto
Audiência pública sobre os recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destinados à infra-estrutura turística na Amazônia.
Foi convidada a ministra do Turismo, Marta Suplicy.
Plenário 15

11 horas
CPI da Crise Aérea
Votação de requerimentos.
Plenário a definir

11 horas
Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional
Encontro com astronautas que participaram da Missão Centenário.
Foram convidados o cosmonauta russo Pavel Vinogradov; o astronauta americano Jeffrey N. Williams; e o astronauta brasileiro Marcos Pontes.
Plenário 3

13 horas
CPI da Crise Aérea
Depoimento do diretor de Segurança Operacional, Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Jorge Luiz Brito Velozo.
Plenário a definir.

14 horas
Comissão de Direitos Humanos e Minorias
Votação de requerimentos.
Plenário 7

14 horas
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado
Votação de projetos.
Plenário 6

14 horas
Comissão Especial do Quadro de Servidores de Rondônia - PEC 483/05
Reunião para elaboração do plano de trabalho da comissão e votação de requerimentos
Plenário 11

14 horas
Comissão Especial da Tarifa Social de Energia Elétrica - PL 1921/99
Audiência pública para a qual foram convidados a diretora de pesquisa do IBGE, Wasmália Bivar; e o presidente do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), Márcio Pochmann
Plenário 14

14 horas
Comissão Especial das Carreiras Policiais - PEC 549/06
Reunião para eleição dos vice-presidentes; elaboração do roteiro de trabalhos da comissão e votação de requerimentos.
Plenário 15

14h30
Comissão Mista de Orçamento
Votação de projetos.
Plenário 2

14h30
Comissão de Legislação Participativa
Votação de requerimentos.
Plenário 3

14h30
Comissão Especial da Lei do Gás - PL 334/07
Reunião para discussão e votação do parecer do relator, deputado João Maia (PR-RN).
Plenário a definir

16 horas
Votações em plenário
Proposições remanescentes da sessão anterior.
Plenário Ulysses Guimarães

Quinta-Feira (23):

9 horas
CPI da Crise Aérea
Depoimento da diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Denise Maria Ayres de Abreu.
Plenário 2

9 horas
Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público
Audiência pública sobre o tema "A provável demissão em massa de trabalhadores do setor de fabricação de pneus remoldados".
Foram convidados, entre outros, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi; o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel João Jorge Filho; e o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli.
Plenário 12

9h30
Comissão de Legislação Participativa
Audiência pública sobre o tema "Ouvidoria Pública: uma ferramenta para a construção da democracia".
Foram convidados, entre outros, a ouvidora-geral da União, Eliana Pinto; o presidente da Associação Nacional dos Ouvidores Públicos, Aristóteles dos Santos; e o presidente da Associação Brasileira de Ouvidores (ABO), João
Elias de Oliveira.
Plenário 3

9h30
Comissão de Seguridade Social e Família
Audiência pública para debate da questão da Psoríase e do Vitiligo no Brasil.
Foram convidados, entre outros, o presidente da Associação Nacional dos Portadores de Psoríase, Gladys Lima; o presidente da Associação dos Portadores de Vitiligo e Psoríase do Estado de São Paulo, Luci Grassi; e a coordenadora de Suporte às Ações de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, Eva Ferraz Pontes.
Plenário 7

9h30
Comissão de Direitos Humanos e Minorias
Audiência pública sobre questões relacionadas aos casos de tortura ocorridos na Casa de Custódia de Viana (ES).
Foram convidados, entre outros, o coordenador estadual do Comitê de Combate à Tortura no Espírito Santo, Gilmar Ferreira de Oliveira; e o representante do Movimento Nacional de Direitos Humanos no Espírito Santo, Marta Falqueto; e o promotor de Justiça e coordenador do Grupo Especial de Trabalho em Execução Penal do Ministério Público do Espírito Santo, Cézar Augusto Ramaldes da Cunha Santos.
Plenário 9

10 horas
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania
Votação de projetos.
Plenário 1

10 horas
Comissão de Educação e Cultura
Audiência pública para debater a proliferação das faculdades de medicina, a implantação de residência médica e o exame de ordem para médicos.
Plenário 10

11h30
Comissão de Finanças e Tributação
Visita da delegação do Ministério da Fazenda da Alemanha.
Sala da Presidência da comissão.

13 horas
CPI da Crise Aérea
Depoimento do controlador de tráfego aéreo em São Paulo e presidente da Federação das Associações Brasileiras de Controladores de Tráfego Aéreo, Carlos Trifilio.
Plenário 2

16 horas
Votações em plenário
Proposições remanescentes do dia anterior
Plenário Ulysses Guimarães

Fonte: Agência Câmara
enviada por Fábio Rodrigues



18/08/2007 21:13
Prefeitura divulga nota oficial e decreta luto por três dias
Paraíba





A Prefeitura de João Pessoa lamenta profundamente a morte do secretário de Finanças do Município, Gervásio Bonavides Mariz Maia, vítima de um ataque cardíaco, na tarde deste sábado, 18 de agosto. O prefeito Ricardo Coutinho (PSB) decretou luto oficial por três dias.

O Governo Municipal perde um dos seus principais articuladores e 'homens de frente' na defesa de uma gestão democrática, transparente e voltada para os interesses da cidade de João Pessoa.

À frente da Secretaria de Finanças, cargo que ocupava desde o início da atual gestão, o trabalho desenvolvido por Gervásio Maia foi essencial para o equilíbrio das finanças da Prefeitura da Capital. Até hoje, a PMJP orgulha-se de pagar seus compromissos em dia, honrar os salários dos servidores municipais e poder fazer investimentos com recursos próprios, além de obter crédito junto às mais diversas instituições.

Para o prefeito Ricardo Coutinho, a Paraíba perde um exemplo de político engajado, profissional íntegro, amigo e pai exemplar. "Abre-se uma lacuna na história recente da política no Estado, mas fica a trajetória limpa e coerente de quem soube honrar compromissos e construir uma vida pautada em superar desafios".

Gervásio Maia era economista formado pela Universidade de Brasília, possui três mandatos de deputado estadual e foi presidente da Assembléia Legislativa da Paraíba.

PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA

enviada por Fábio Rodrigues



18/08/2007 17:13
Infarto mata secretário de Finanças da Cidade de João Pessoa - Gervásio Maia; velório será na Assembléia Legislativa da Paraíba





O ex-deputado e secretário de Finanças da prefeitura de João Pessoa, Gervásio Maia (PMDB), foi vitima de infarto fulminante na tarde deste sábado e não conseguiu resistir, vindo a falecer. O velório vai acontecer na Assembléia Legislativa e o corpo deve ser levado para lá ainda hoje, o sepultamento ainda não se sabe onde vai acontecer. Autoridades, familiares e amigos de diversos lugares do País lamentam a perda do ex-presidente da Assembléia Legislativa.

De acordo com as primeiras informações de familiares, Gervásio Maia estava em casa quando começou a sentir-se mal. Familiares ainda tentaram reanimá-lo, mas não conseguiram.

Repercussão - As principais lideranças políticas do estado estão em estado de choque, o prefeito Ricardo Coutinho já se econtra na casa de Gervásio, onde ele faleceu, atende telefonema da reportagem do Portal WSCOM Online, mas, não quis se pronunciar oficialmente ainda.

O prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, presente em sua residência, não quis falar quando abordado por se dizer ainda abalado com o fato.

O senador José Maranhão também já está na casa do ex-deputado, que fica no Cabo Branco, assim como o secretário de Comunicação da prefeitura de João Pessoa, Nonato Bandeira. O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa, vereador Durval Ferreira, disse que a morte repentina de Gevásio chocou toda a cidade.

Quem era - Gervásio Maia era economista, formado pela Universidade Federal de Brasília (UNB) e Pós-graduado em Planejamento e Análise de Projetos pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), no Rio de Janeiro. Foi Deputado Estadual pela Paraíba por três mandatos consecutivos e, entre 1999 e 2003, assumiu a presidência da Assembléia Legislativa do Estado e a liderança do Governo no Legislativo. Foi Diretor Presidente da Companhia Telefônica do Estado da Paraíba (Telpa). Em São Paulo, destacou-se como Consultor Econômico de diversas empresas, dentre elas a Brastec (Empresa Brasileira de Estudos Econômicos), Novo Mundo Operações Internacionais e Hidroservice - Engenharia e Projetos.

O significado e tamanho da morte de Gervásio
Por Walter Santos

Não sabia, confesso, da expansão que sempre significava a imagem do cidadão e homem público Gervásio Maia morto, neste sábado, de infarto fulminante em sua própria casa no bairro do Cabo Branco. De muitos lugares (fora do estado até) vieram telefonemas, e-mails, todos no lamento forte pelo fato fúnebre agora tratado.

Atual Secretário de Finanças da Prefeitura de João Pessoa, depois de acumular a condição de diretor da Telpa, deputado estadual e presidente da Assembléia Legislativa, Gervásio Maia sempre foi o sujeito de que a sociedade precisa sempre por zelo incomum no trato da coisa pública, sobretudo do dinheiro público ao longo desse tempo.

Se reparar bem, tudo tem um ´que´ na cultura herdada pelo pai, ex-governador João Agripino – xerife das contas públicas, visionário das obras transformadoras, personagem ainda hoje lembrada pelo rigor na conduta da vida particular e, sobretudo, no exercício da atividade pública da Paraiba.

Gervásio nasceu e se fez homem em meio a homens e mulheres de muita fibra moral, de talento adequado para cuidar das lutas e conquistas coletivas da sociedade. Dentro de casa mesmo teve seu irmão ex-deputado federal João Agripino Neto, seu filho deputado estadual Gervásio (sua cria) e tios como Coronel Maia.

Na família mais amplamente, Gervásio sempre tomou por base outros ensinamentos ao redor, como o que significou o ex-governador Antonio Mariz, de perfil muito rigoroso nessa direção, o primo José Mariz (conselheiro do Tribunal de Contas, assim como outro tio importante, conselheiro Fábio Mariz Maia), do primo senador José Agripino Filho, do Procurador da República, Luciano Mariz Maia e tantos outros.

Em tempo: com influências ou não ele próprio construiu sua moral.

Mas, voltando o foco em si em torno da trajetória de Gervásio, sua morte mais do enlutar a Paraíba representa um duro golpe para a gestão pública comandada pelo prefeito Ricardo Coutinho, que perde o mais importante auxiliar na cumplicidade do zelo para com o dinheiro público, bem como na gestão do trato político com a ´turma´ esperta e aliada representada pelos vereadores e lideres comunitários.

A morte de Gervásio faz a família sofrer o sentimento da indignação, mesmo diante do designo divino, por ´levá-lo´ no momento em que ele mais se apresentava soberano no domínio de tudo, da vida familiar, pessoal e pública, enquanto exercício da gestao pública. Por isso, só o tempo e Deus podem gerar consolo e convivência aos doloridos, agora impossibilitados de suas palavras sabias.

Convivi com Gervásio sem a intimidade de outros familiares seus, a exemplo de Antonio Mariz, mas sempre que possível, vez em quando, estivemos em reflexões oportunas sobre a vida de João Pessoa e da Paraíba quando poucos acreditavam no rumo dado ao presente e futuro da sociedade, assim como com outras questões fundamentais da vida política do Estado.

Em sintese, Ricardo Coutinho perde também um aliado fundamental, um amigo construído na turbulência política na Assembléia Legislativa, mas transformada em cumplicidade respeitada como poucas vezes se viu. Ricardo perdeu o vice-prefeito que sonhava e o maior dos entusiastas fora do Coletivo que mais acreditava no seu sonho de governar a Paraíba, antes gerando a administração austera ao estilo Gervásio.

A Paraíba está de luto, a família e amigos estão também, mas é o futuro quem perde um aliado digno, leal e ético como tanto faz falta nos dias de hoje.

Fonte: WSCOM

enviada por Fábio Rodrigues



18/08/2007 17:00
Parapan: O que faz a diferença é o caráter, a alma e a consciência política, afirma Lula





O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na sexta-feira (17) com os atletas brasileiros que participam dos Jogos Parapan-Americanos, no Rio de Janeiro. Ao discursar, ele lembrou que Caixa Econômica Federal é a única patrocinadora oficial dos jogos e defendeu o apoio de outras empresas aos atletas com deficiência.

“Temos uma infinidade de empresas que não deixarão de dar a vocês a qualidade que daremos a qualquer outro atleta de qualquer outra parte do mundo em participações esportivas. Vocês não serão tratados como cidadãos e cidadãs de segunda classe porque Deus fez vocês diferentes de outras pessoas. Isso é um compromisso, porque as pessoas precisam aprender de uma vez por todas que o preconceito é uma das doenças mais nojentas que a humanidade criou”, ressaltou Lula.

Para ele, os atletas que participam do Parapan-Americanos trazem mais do que medalhas. Ensinam que não precisam de favores, mas de respeito e oportunidade.

“O que vocês estão trazendo é mais que as medalhas. É a demonstração de que o limite do ser humano é infinito quando ele tem vontade de fazer as coisas. Quanta gente nesse país tem as duas partes e não pratica 1% do esporte que vocês que estão na cadeira praticam”, disse o presidente.

Não é um dedo, não é uma perna, que não é enxergar ou não enxergar, ou ouvir ou não ouvir que faz a diferença entre nós seres humanos. O que faz a diferença é o caráter, é a alma, é o coração, é a consciência política de cada um de nós.

Essa é a primeira vez que se realiza uma edição conjunta dos Jogos Pan-Americanos com os Jogos Parapan-Americanos. O próximo será realizado em 2011, no México, em Guadalajara. A delegação brasileira conta com 239 atletas que participam das dez modalidades que integram os jogos. Ao todo, 1,3 mil atletas participam do Parapan, representando 26 países.

De acordo com informações do Ministério do Esporte, até hoje (17), o Brasil está em primeiro lugar nas competições, com 129 medalhas no total, sendo 45 de ouro, 39 de prata e 45 de bronze. O Canadá está em segundo lugar, com um total de 67, e os EUA em terceiro, com 76.

Com informações da Agência Brasil

Retirado: Portal do PT

enviada por Fábio Rodrigues



18/08/2007 16:13
MPF pede cassação de senador do PSDB por improbidade
Paraíba

O Ministério Público Federal pediu na sexta-feira (17) a cassação do mandato do senador paraibano Cícero Lucena (PSDB). Dois processos que tramitam em segredo de Justiça há cerca de 10 dias têm como alvo o tucano, acusado de improbidade administrativa durante sua passagem pela prefeitura de João Pessoa. As ações foram propostas pela procuradora regional da República, Eliane de Albuquerque Oliveira Recena, do Tribunal Regional Federal da 5ª região.

Cícero é acusado de ter cometido improbidade administrativa, crime previsto na lei 8.429-92. Como punição é pedida a cassação do mandato, supressão dos direitos políticos e aplicação de multa.

Além de atuar no inquérito que deu base à "Operação Confraria", a Procuradoria Regional da República - 5ª Região propôs no início de 2007 uma ação de improbidade contra o ex-prefeito de João Pessoa (PB) Cícero Lucena (PSDB). O motivo seriam irregularidades na realização de obras públicas durante suas gestões na capital, de 1997 a 2004.

Outros quatro investigados que a polícia federal prendeu, todos já soltos pela Justiça, também são acusados de improbidade: o ex-secretário de Infra Estrutura de João Pessoa Evandro de Almeida e os empresários Marcelo José Queiroga, Julião Antão de Medeiros e Fábio Magno de Araújo Fernandes.

Também teriam cometido irregularidades os ex-secretários municipais Potengi Holanda de Lucena e Saulo Lins Nóbrega e os empresários Sylvio Britto dos Santos e Ricardo Moraes de Pessoa.

O caso envolveria contratações para obras públicas com dispensa ilegal de licitação através da reutilização de um contrato antigo. Em 1991, o Município fez uma concorrência para realização de serviços de infra-estrutura, e ganhou a COESA - Comércio e Engenharia Ltda. O custo foi de 11,8 bi de cruzeiros. O contrato tinha validade até julho de 1993.

Em 1999, quando já era prefeito, Cícero Lucena e o secretário Potengi teriam intervindo para que a COESA fizesse um "instrumento particular de cessão de direitos e obrigações" para a COJUDA, representada por Marcelo Queiroga, utilizando-se do contrato de 1991. A COJUDA teria ganhado, assim, direito de executar obras de melhoria em vias de transporte.

Em 2000, a COJUDA fez intrumento semelhante para a Construtora Plena Ltda, representada por Sylvio dos Santos. Através dele, a Plena conseguiu o direito de fazer reformas na orla da capital no valor de 3,7 milhões de reais, como parte da realização de um convênio de 6,1 mi de reais com o Instituto Brasileiro do Turismo (EMBRATUR), no qual este entrou com 5,5 mi. Isso teria acontecido sem que houvesse licitação, embora o convênio o exigisse.

Além disso, a procuradora regional da República Eliane Recena recebeu a informação de que a COJUDA é de sogro do deputado federal Domiciano Cabral (PSDB), que seria ligado politicamente a Lucena.

Em 2002, a COESA faz outro instrumento de cessão, dessa vez para a CONORT, Construtora Nordeste s/a, representada por Fábio Magno. A empresa ganhou o direito de realizar obras de terraplanagem e asfaltamento ao custo de 10 milhões de reais.

No mesmo ano, a COESA teria feito o mesmo para que a Link - Engenharia, Indústria e Comércio, representada por Ricardo Pessoa, fizesse obras na orla com o preço de 3 milhões de reais.

A condenação que o MPF pede é baseada no artigo 12 da Lei de Improbidade: "II - (...), ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos."

A proposta do Ministério Público Federal foi autuada em 8 de abril. O Tribunal Regional Federal da 5ª Região ainda não se manifestou sobre o recebimento da Ação de Improbidade.

Confraria

Em 21 de julho, na chamada Operação Confraria, a Polícia Federal prendeu oito pessoas e cumpriu 27 mandados de busca e apreensão. A investigação apontou para irregularidades como superfaturamento e pagamento de obras não realizadas na prefeitura de João Pessoa.

Fonte: Procuradoria Regional da República na 5ª Região

Retirado: Portal Vermelho

enviada por Fábio Rodrigues



17/08/2007 13:13
Retratação, não acordo

É incrível a dificuldade que o Globo tem de admitir que errou ou exagerou na dose. Hoje, a matéria “Acordo faz brigadeiro se retratar com Denise Abreu”, publicada na página 9 (só para assinantes), é um exemplo disso. Em depoimento à CPI do chamado Apagão Aéreo no Senado, o ex-presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, disse textualmente: “Não disse isso. Não confirmo”, referindo-se a uma suposta denúncia, publicada pelo Globo, de que a diretora da Anac, Denise Abreu, estaria fazendo lobby para transferir o serviço de transporte de cargas para Ribeirão Preto para supostamente beneficiar um empresário de quem seria amigo.

Ou seja, o brigadeiro não só se retratou publicamente de uma acusação, como negou ter feito a acusação publicada pelo Globo. Mas, para o jornal carioca, o brigadeiro voltou atrás por causa de um “acordo” pelo qual caso se retratasse a diretora da Anac retiraria a ação judicial contra ele. Estranha lógica do Globo. Afinal, se houve retratação, não há mais acusação e, portanto, não há razão para o processo. Só o Globo não vê isso.

Aliás, o Globo continua carregando nas tintas na cobertura do trágico acidente com o Airbus da TAM. Hoje, é o único jornal do país que ainda dedica 5 páginas ao assunto, numa evidente tentativa de agravar ainda mais a tragedia vivida pelo pais.

Fonte: Blog do Zé Dirceu

enviada por Fábio Rodrigues



16/08/2007 22:13
MOVIMENTO CANSEI
Presidente da Phillips cansou da existência do Piauí

Em entrevista ao Valor Econômico, Paulo Zottolo, um dos líderes do movimento Cansei diz que "não se pode pensar que o país é um Piauí" e que "se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado". Governador Wellington Dias protesta e senadores atacam executivo: "Tolo, ignorante, imbecil, megalomaníaco".
Marco Aurélio Weissheimer - Carta Maior

O presidente da Phillips do Brasil, Paulo Zottolo, cansou também da existência do Estado do Piauí. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o executivo disse que, ao apoiar o movimento Cansei, desejava remexer no “marasmo cívico” do Brasil, e exemplificou: “Não se pode pensar que o país é um Piauí, no sentido de que tanto faz quanto tanto fez. Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado”. A colunista Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo, informou que o governador do Piauí, Wellington Dias (PT) encaminhará ao presidente Lula e ao Congresso Nacional um ofício para que o governo e o parlamento se posicionem a respeito das declarações do executivo.

Em nota enviada a Mônica Bérgamo, Dias afirmou:

“Tenho certeza de que o capitalismo afasta o homem do ser humano. Que Deus dê a ele a oportunidade de conhecer o Piauí e os homens e mulheres que aqui vivem. Para se ter uma idéia, o Piauí tem 80% de suas florestas nativas preservadas e produz oxigênio para o Brasil e para o mundo. O Piauí, segundo estudos em andamento, tem uma das maiores bacias de gás e petróleo do país. É do Piauí a melhor escola do Brasil, eleita dois anos consecutivos pelo Enem. O Piauí tem a melhor produtividade de soja, mel e algodão do país. Por coincidência, um piauiense, José Horácio de Freitas, foi diretor financeiro da Philips. Por ele e por todos os cidadãos piauienses deveríamos ter respeito. E faço a ele o convite para vir conhecer o Piauí”.

“É um tolo, arrogante e imbecil”, diz Mão Santa
Os senadores do Piauí reagiram duramente às declarações de Zottolo. No plenário do Senado, Mão Santa (PMDB) disparou: “É um tolo, um arrogante tolo, porque tem uns dólares da Philips, ignorante da nossa história. Ó tolo, ó ignorante, imbecil mesmo. Nunca vi. É tolo. O nome dele é tolo”. E acrescentou: “Hoje é o aniversário, ó tolo, ó ignorante, ó imbecil, de Teresina. Teresina, tolo, ignorante, imbecil da Philips. Você está cansado? Nós não nos cansamos, não. Nós somos da luta”.

Indignado, Mão Santa prosseguiu: “Ali, está Rui Barbosa, ó tolo, ó ignorante, da Philips, cansado! Rui Barbosa, olhe lá, veja nos resultados eleitorais, ele só venceu em Teresina, mostrando uma clarividência. Ó tolo, ó ignorante, ó imbecil e cansado da Philips".

Simpático ao movimento Cansei, o senador Heráclito Fortes (DEM), também atacou as declarações do presidente da Phillips: “Para comandar uma campanha dessa natureza, como o Cansei, é preciso, no mínimo, ter equilíbrio e respeitar os Estados da Federação, porque também cansei de arrogância e de prepotência".

Fortes criticou o ataque preconceituoso do executivo e, na mesma linha de Mão Santa, afirmou: “Só me resta chegar à conclusão de que, além de tolo, Zottolo é megalomaníaco”

Fonte: Agência Carta Maior

enviada por Fábio Rodrigues






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